O Reino do Deus da Loucura
(Realm of the Mad God)
O que falar desse jogo que eu mal conheço e já estou viciado pacas?
as vezes fica difícil até saber para onde mirar...
Markiplier, um youtuber gamer que eu sigo (yeah, yeah, me julguem) recentemente adicionou um vídeo desse game, tentando convencer de que esse simples Roguelike possa ser capaz de horas e horas de vício!
O game pode ser acessado gratuitamente via browser no endereço realmofthemadgod.com/ ou via Steam com toneladas e toneladas de compras via microtransações. Lembrem-se garotos, verdadeiros morenos não pagam microtransações, então vamos ver o que o jogo tem a oferecer para aqueles que suam!
tela inicial do game onde já mostra sua vibe retro com aspectos similares a Minecraft
Após um breve cadastro nos é dada a oportunidade de iniciar o jogo via um tutorial (amplamente recomendado!!!). Várias classes disputam a atenção do jogador, todas elas com ataques básicos a distância (ativados com o botão 1 do mouse) e movimentos especiais únicos que depende da classe escolhida (hora de estapear o botão ESPAÇO).
posso ouvir os gritos de desespero do meu cartão de crédito...
Sim, já vejo as moedinhas e a menos que estejamos em um jogo do Mário da Nintendo, isso significa abuso da conta bancária. Mas nada tema, o jogo respeita a morenice alheia, as classes vão sendo abertas por conquistas, enquanto o jogador vai upando outros personagens (que vão morrer). A verdade é que as microtransações facilitam o jogo... mas tiram um bocado de sua diversão também!
Sim, área inicial poluída por vendedores que insistem em postar suas propagandas. Ragnarök feelings, como não amar?
O jogo é bastante popular e quando jogado nos horários de picos, aqui geralmente a noite, é possível encontrar uma comunidade bem ativa e que, claro, sem pena de xingar a mãe alheia quando alguém rouba o loot alheio. De modo geral não dá para realizar maiores interações com estranhos, é se encontrar na louca e partir para a agressão. Mesmo não havendo Friendly Fire, desvie de todos os projéteis possíveis, desafiando jogos de naves da década de 80 (R-Type... gostávamos muito). É possível entrar em guildas, mas a interação acontece muito mais em fóruns fora do jogo que dentro, já que in-game o interesse é permanecer muito mais no frenesi do cenários.
SrGilga molestando as pobres criaturas da floresta
O cenário é intuitivo ao extremo e a lógica é que quanto mais perto do mar, mais fraco os inimigos, quanto mais adentramos as florestas e desertos, mais forte eles vão ficando. O desafio é gradual, de modo que o jogador não se depara com nenhum desafio inexpugnável, a priori. Acionando a tecla "R" o jogador é transportado para a área inicial (Nexus) e clicando nos pontos amarelos no mini-mapa, mediante a seleção de outros jogadores, também é possível se transportar sem precisar cruzar todo o cenário... o que pode acabar com o seu rabo...
no sossego do seu Vault depositando itens inúteis, ahhh a cobiça!
Os itens são distribuídos por Tiers, o que ajuda na hora de não pensar muito, até porque não há espaço para reflexão no jogo. Apesar do espaço limitado, é possível guardar aqueles itens mais poderosos para outros personagens. Sim SrGilga, é triste que você não possa usar sua armadura T5 de BlueSteel. Com atalhos nos botões "F" e "V" é possível ativar as poções de cura e mana.
momento de desespero quando um Beholder cegou SrGilga e quase comeu o seu esfíncter retal
Um jogo excelente, casual ou hardcore dependendo do seu tempo, Realm of the Mad God é um game que faz a alegria de geral, seja no conforto do seu cafofo ou na repartição. Gostamos!
Nota: 3,5 - C
Não ofende a família de bem e dificilmente é acessível na zona de meretrício, mas dá para compartilhar com amigos próximos e jogar com familiares, o que é algo bem legal. Aprovamos ainda mais pelo fato de ser possível se divertir até em uma calculadora Cassio 98, tendo em vista os baixos requisitos de hardware.










